Páginas

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Um homem de negócios


Hoje tirei o dia para trabalhar fora de casa, minha casa está muita agitada, férias é assim mesmo, a criançada grita e corre para todos os lados. O clima esta legal, nem calor e nem frio, resolvi ir para o Além Paraíba Tênis clube, parece estranho, mas o clube esta mais tranqüilo que meu escritório... (risos).

Como hoje a tarde tirei o dia para relaxar, vou atualizar meu  blog, estou lendo um livro que comprei ontem numa banca bem no centro da cidade, toda semana passo lá para saber se tem alguma revista interessante, não fico uma semana sem comprar revistas, adoro ler revistas, descanso minha cabeça com esse tipo de leira.

Acabei de ler um capítulo desse livro que conta uma história de um hippie (acho que é assim que escreve), nesse capítulo tem um casal normal de uma família normal, todos trabalham e tem uma vidinha normal; no entanto, o rapaz possui uma bolsa de pano e o mesmo havia perdido um botão, esse botão era uma pequena semente, coisa bem hippie mesmo.

E por ser uma bolsa hippie, o lugar onde o tal rapaz iria arrumar alguma coisa parecida era com aqueles hippies que ficam nas calçadas dos grandes centros, vendendo seus cordões e pulseiras, bom, não foi muito difícil de achar tal “figura”, ao encontrar com esses vendedores ambulantes o rapaz perguntou se tinha a tal semente para colocar na bolsa; o ambulante procurou em todas as sacolas junto com sua mulher, foram mais ou menos uns 10 minutos de espera. Enquanto o rapaz esperava o ambulante ficava trocando a maior “idéia” com seu cliente, falando do clima e afirmando que todos os seus produtos eram naturais e que nunca trabalho com máquinas para produzir seus materiais que todos tinham um toque único e que nunca repetia suas peças.

Por fim o vendedor pediu para o capaz passar no outro dia, pois ele iria providenciar a tal sementinha para colocar na bolsa de pano.

O outro dia chegou e o rapaz foi ao centro da cidade e procurou o ambulante que trabalhava com sua esposa nas calçadas, ao encontrá-lo, o mesmo já estava com a sementinha nas mãos, o rapaz da bolsa ficou muito satisfeito, mesmo pagando um valor que daria para comprar um pacote de botões industrializados, o mesmo ficou muito satisfeito, depois de alguns minutos de agradecimentos, apertos de mãos e abraços do vendedor “doidão”, o tal rapaz retornou sua rotina diária.

Por que estou contando essa história, pois no mundo dos negócios o que mais vale é ser, prestativo, atencioso e “boa praça”, que nesse mundo onde existem várias sementinhas para serem vendidas, a atenção com seu cliente é o que difere dos demais, e o ideal é ser único em seu negócio.